E o Brasil não para de passar vergonha. Duas revistas espanholas, El Jueves e The Mongolia, colocaram o nosso novo presidente entre os maiores imbecis de 2018.

 

jueves 1 - Bolsonaro é eleito “imbecil do ano” pela mídia espanhola: VEJA A REPERCUSSÃO INTERNACIONAL DO DISCURSO PRESIDENCIAL NA ONU

Para jornal francês ‘Le Monde’, líder brasileiro demonstrou grande ‘intolerância’ e fez ‘digressões e retóricas confusas’ em seu pronunciamento

 

discurso do presidente Jair Bolsonaro na Assembleia-Geral das Nações Unidas nesta terça-feira, 24, foi destaque em sites e jornais internacionais. Para o jornal francês Le Monde, o líder brasileiro demonstrou grande “intolerância” e contradisse “declarações consensuais” de seus antecessores com suas declarações sobre a Amazônia.

“Jair Bolsonaro dispara carga de intolerância na Assembleia-Geral da ONU”, diz a reportagem do Le Monde, que ressalta ainda as “digressões e retóricas confusas” do discurso do presidente.

Já o francês Le Figaro destacou as acusações de Bolsonaro contra nações estrangeiras que adotaram uma postura “colonialista” em relação ao Brasil.

O presidente não chegou a mencionar a França diretamente, mas referiu-se à nação presidida por Emmanuel Macron como “um país” que seguiu a “mídia sensacionalista” e ousou “sugerir a aplicação de sanções contra o Brasil” no episódio dos incêndios na Amazônia.

O presidente brasileiro pediu respeito à soberania nacional e atribuiu a polêmica internacional em torno do desmatamento da Amazônia à “mídia sensacionalista”.

Le Figaro ressalta, contudo, que o desmatamento da floresta “quase dobrou desde a chegada ao poder de Jair Bolsonaro em janeiro, a um ritmo de 110 campos de futebol por hora”.

Le Figaro

 (Le Figaro/Reprodução)

Já o jornal americano The Washington Post destacou as declarações em que o presidente negou que a Amazônia esteja “sendo consumida pelo fogo”.

“O governo Bolsonaro classifica os incêndios como sazonais, mas críticos dizem que a negligência da supervisão ambiental de seu governo é a culpada”, diz a reportagem, que identifica o brasileiro como um “líder da extrema direita” que “prometeu reduzir a burocracia ambiental quando foi eleito”.

WSJ

 (The Wall Street Journal/Reprodução)

Em uma matéria intitulada “Bolsonaro defende o direito de desenvolver a Amazônia”, o The Wall Street Journal classificou o pronunciamento desta terça como um “discurso desafiador”.

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Segundo o jornal econômico, o presidente brasileiro acusou “líderes internacionais e a imprensa de espalhar mentiras e tratar povos indígenas como se fossem homens das cavernas”.

Já o site da emissora britânica BBC destacou a defesa da soberania brasileira apresentada por Bolsonaro.

“Suas [de Bolsonaro] políticas de desenvolvimento na floresta tropical foram criticadas em meio aos incêndios florestais. Mas em um discurso nas Nações Unidas em Nova York, ele apresentou observações desafiadoras”, diz a reportagem.

BBC

 (BBC/Reprodução)

jornal argentino Clarín afirmou que o presidente brasileiro “levou à tribuna da Assembleia-Geral da ONU suas batalhas contra o comunismo, a ideologia de gênero, o ‘ambientalismo radical’ e o ‘indigenismo superado’”.

Clarin



Fonte:Revista Veja

 

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